Mulher – Mãe de 50 anos no séc. XXI

Atualizado: Jun 16

O compromisso de estar presentes na vida de nossos entes queridos


– Faça da busca do AUTOCONHECIMENTO uma PRIORIDADE. – Nos dar TEMPO para poder entender o que estamos vivendo, dentro e fora de nós mesmas. – Valorizar nossa EXPERIÊNCIA, nosso CONTEÚDO e nossos ANOS VIVIDOS. – O que não significa que não podemos ser SEXYS e atraentes como fomos mais jovens.

Imaginação = capitalização da existência. Vamos fugir do famoso 60 X 90 X 60.

Temos: – O COMPROMISSO de estar presentes na vida de nossos ENTES QUERIDOS. – Cuidamos; – Guiamos; – Acolhemos; – Educamos; – Respeitamos as escolhas; – Amamos.

Temos que… CUIDAR de nossos adultos mais velhos, frequentar e cultivar os laços entre os membros de nossa FAMÍLIA.

O esforço e o trabalho diário sobre nossa IMAGEM tanto PESSOAL quanto PROFISSIONAL.

APOIAR nosso parceiro muitas vezes em silêncio, com nossa PRESENÇA, com a ESCUTA, com o DIÁLOGO nas diferentes etapas da vida.

Projetos;

Expectativas;

Final de ciclos;

Mudanças.

Ajuda-los a voar.

Ser cuidadosas com o espaço da família.

Com nossa casa externa e nossa casa interna.

CUIDAR DO ESPAÇO.

Ainda temos que.. Estar conectadas com o novo, com o desconhecido, com a massa, com a exposição, com a exigência de estar sempre bem e com a necessidade de DESCONECTAR-SE para CONECTAR-SE com a natureza e o silêncio.

Encantada;

Admirada;

Esgotada!

Nós merecemos um prêmio Nobel de Caterpillar.

Mulher de 50 também enfrenta o desafio de instruir-se para manter seu CONTEÚDO ATUALIZADO.

Como se fosse pouco…

Temos que nos ESPIRITUALIZAR.

ENFRENTAR as incertezas.

Ademais…

Temos que nos APAIXONAR!

Como vamos buscar acolhimento a todas essas pressões?

E ainda continua…

Precisamos ACEITAR AS DIFERENÇAS.

Precisamos APRENDER A RESPEITAR.

RECONHECER nossa maturidade.

Apesar das rachaduras, somos hoje mais fortes.

Aprendemos a NOS REPAGINAR….

Mantendo nosso PROPÓSITO.

Para continuar pensando…

O Segundo Sexo Simone de Beauvoir A premissa do livro é a de que a mulher não é o “segundo sexo” ou o “outro” por razões naturais e imutáveis, mas sim por uma série de processos sociais e históricos que criaram esta situação. Toda a sua argumentação gira em torno do questionamento da existência do chamado “eterno feminino”, visto pela sociedade como algo intrínseco a qualquer mulher e que as prenderia a uma gama restrita de características e, principalmente, limitações. Com isso em mente, a autora passeia pelas mais diversas áreas do conhecimento em busca de argumentos, com sucesso estrondoso e coerência inquestionável.

A Filha Perdida Elena Ferrante Como acontece em todos os livros de Ferrante, esse também é narrado em primeira pessoa. A narradora da vez é Leda, uma mulher prestes a completar quarenta e oito anos. Leda vive em Florença, é professora universitária e tem duas filhas adultas, Bianca e Marta, que se mudaram recentemente para o Canadá, passando a viver com o pai, de quem é separada. A nova condição é experimentada com ambivalência pela protagonista: a princípio, Leda parece entusiasmada com a ideia de estar livre dos afazeres diários que a maternidade lhe exigia. Mas, ao tirar férias e viajar para uma pequena cidade na costa jônica da Itália, acaba se tornando obcecada por uma jovem mãe e sua filha pequena, Nina e Elena.

O que cabe em um abraço J.J. Camargo A medicina se divide em diversas especialidades, mas os médicos, em apenas dois tipos: aqueles que tratam a doença e aqueles que tratam o paciente. O dr. J.J. Camargo é um representante do segundo grupo. Para tanto, ele ouve seus pacientes e volta e meia os abraça – ou é surpreendido por um abraço. Pode ser um abraço de consolo, de gratidão, de conforto: o abraço diz aquilo que muitas vezes as palavras omitem.

Garra Angela Duckworth Neste livro obrigatório para todos que desejam alcançar o sucesso, a psicóloga Angela Duckworth demonstra para pais, estudantes, educadores, atletas e empreendedores que o segredo para realizações incríveis não é o talento, mas uma mistura de paixão e perseverança que ela chama de “garra” – a capacidade de perseverar e produzir resultados além do puro talento, da sorte ou das eventuais derrotas.



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