Emoções e sentimentos

Atualizado: Jun 25

Emoções e sentimentos são diferentes? Definitivamente sim!


Emoções são respostas químicas e neuronais do cérebro quando nós recebemos algum estimulo externo e esse se manifesta fisicamente. São 6 as emoções existentes nos estudos da neurociência afetiva: surpresa, nojo, tristeza, raiva, medo e alegria.

Sentimentos são as respostas das emoções prévias que irão mostrar o que realmente estamos sentindo no momento.


O nosso objetivo para as mulheres de 50 anos são: qualidade de vida e de vínculo por meio da autoestima (primeiro tema tratado em nosso encontro), resiliência e relacionamentos. Para isso precisamos conseguir administrar com segurança as nossas emoções, principalmente as que não nos permitem ser felizes.


Qual o primeiro passo para isso?


Entender as emoções, aceitá-las e administra-las com um objetivo definido: ser feliz!

Já sabemos, por conhecimento próprio e por meio de estudos, que quanto mais felizes somos, menos doentes física e psiquicamente ficamos. A única emoção dentro das 6 já citadas que é positiva é a Alegria.


Então, o que fazer com as outras? Mais uma vez: reconhecê-las e administrá-las. Elas existem. O que muda é a forma como olhamos para elas.


As emoções que não nos permitem ser feliz são: raiva, medo e tristeza.


A raiva se manifesta com o ressentimento e a irritação. Ela aumenta o ritmo do coração e a pressão. Reconhecemos quando alguém está com raiva através de sua expressão facial e linguagem corporal.


O medo nos dá uma sensação desagradável que é provocada pela percepção – real ou falsa – do perigo. Podemos falar que o medo é igual a ansiedade.


A tristeza nos traz dor e provoca alteração de apetite, choro, rosto abatido, fraqueza, tédio, cansaço.

A partir do reconhecimento dessas emoções, listamos 7 conselhos para gerenciá-las.


O primeiro é falado em quase todos os nossos encontros: autoconhecimento. Temos que nos compreender, nos aceitar e superar.


Evitar excesso de autocritica é o segundo passo. Não sejamos tão exigentes com nós mesmas!


Terceiro passo: colocar metas e objetivos. O que queremos fazer? Quais os nossos sonhos e vontades?


Trabalhar a vontade é o nosso quarto passo.


Assertividade, o quinto. Quando dizer sim e quando dizer não. É preciso também aprender a dizer não com segurança interior.


Entender as nossas emoções e nos colocar também no lugar do outro é o sexto passo que nos traz mais tranqüilidade e alegria.


O último é nos educar para o otimismo. Por que não olhar mais para a solução do que para o problema? O foco tem que estar na solução e isso nos movimenta para a ação.


A alegria muda o cérebro, aumenta a dopamina e a serotonina, é sinônimo de saúde, expande nosso ego e contagia o do outro. Ela eleva o nosso fluxo de energia vital e gera uma tendência ao toque, ao abraço, à aproximação física.


E o sentimento?


Sendo consequência das emoção, pode gerar frustração e não reconhecimento.

Então temos que mudar nossas atitudes.

Nas pequenas e diárias ações do dia a dia, a mudança de olhar e, consequentemente, de atitude nos fará mais felizes.


Para continuar pensando


Livros


  • Inteligência emocional , Daniel Goleman

  • O jeito Harvard de ser feliz, Shawn Achor

  • Uma força para o bem, Daniel Goleman

  • Em busca de sentido, Victor E. Frankl


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